BETA PÚBLICAv0.9.6 — Execuções confiáveis da CLI no CI

O cliente de APIs
que é seu.

Arquivos .http no seu próprio repositório. MIT para sempre. Sem conta, sem cloud, sem lock-in: suas requisições continuam sendo texto puro que você lê em qualquer editor, mesmo se o Fetchpier desaparecer amanhã.

Windows · macOS · Linux·Licença MIT·Sem conta obrigatória·Feito por Daniel Monza
Fetchpier com o workspace mybackend-api: árvore de coleções, uma requisição GET com variáveis e sua resposta JSON
requests/users/get-user.http
# @post-response-script# fp.test('user found', () => fp.expect(fp.response.status).to.equal(200))# @end-script GET {{baseUrl}}/users/42Authorization: Bearer {{token}}

Essa é a requisição inteira, com o teste incluído. Um arquivo de texto no seu repo: dá para ver o diff, revisar, e é seu.

Vindo do VS Code REST Client ou do JetBrains HTTP Client? Leia as notas de compatibilidade →

100% local-first
Open source (MIT)
Git-native
CLI para CI/CD
Por que Fetchpier

Compare por defaults,
não por features.

Todo cliente de APIs escolhe seus padrões. O Fetchpier escolhe estes de propósito: suas requisições vivem no seu repo, todos os recursos são gratuitos e o app não envia nada que você não pediu.

O cliente de APIs típico
Defaults herdados
  • Conta e sincronização na nuvem por padrão — suas coleções vivem no servidor de outra pessoa
  • Recursos avançados num plano pago — até em clientes open source
  • Telemetria ou tráfego em segundo plano que você não vê
  • CAs corporativas e proxies que falham de formas misteriosas
Com Fetchpier
Fetchpier
  • Sem conta. Seu workspace é uma pasta de arquivos .http simples no seu próprio repo
  • MIT, todos os recursos. Nunca haverá um plano pago do cliente
  • Sem telemetria. Uma única conexão própria: uma verificação de versão que você dispara. A interface não pode abrir conexões, e lint, uma auditoria do bundle e um teste end-to-end verificam isso.
  • Um conjunto de CAs explícito e TLS com escopo de workspace ou de app — proxies MITM corporativos se comportam de forma previsível

Suas coleções são pastas. Suas requests são arquivos.

Sem bancos de dados escondidos. Sem formatos proprietários. Seu workspace é só uma pasta no disco — abra com qualquer editor, compartilhe via Git, mova entre máquinas sem mágica. Requisições simples também rodam no VS Code REST Client e no JetBrains HTTP Client, depois que você define as variáveis lá.

Split view: file explorer + Fetchpier no mesmo workspace

Code review para suas APIs.

Pull requests, diffs, branches. Seu time revisa mudanças de API do mesmo jeito que revisa código — porque são código. Sem plataformas proprietárias, sem assentos para pagar.

Diff de um arquivo .http no GitHub

Um editor feito por developers.

Variáveis com sintaxe {{ }} e autocompletar. Params, headers e bodies: JSON, form-data, urlencoded, raw e binário. Auth: Bearer, Basic e API key — OAuth2 é o próximo item do roadmap. Sem CORS: as requisições saem do app, não de um navegador.

Editor de requests com variáveis destacadas

Scripts pré e pós request, em um sandbox restrito.

Gere dados, autentique requisições, modifique headers antes de enviar e faça asserções sobre a resposta com fp.expect. Os scripts são JavaScript simples guardado no arquivo .http, rodam de forma síncrona sobre uma API fp pequena, e o sandbox é coberto por testes de regressão. Ele protege contra acidentes, não contra código hostil: revise os scripts de workspaces em que você não confia.

Painel de testes com resultados de assertions
Mais recursos

O essencial do dia a dia.
Com padrões que mantêm seu trabalho na sua máquina.

Environments & Variables

Separe dev, staging e prod com environments. Cookie jar RFC 6265 por environment. Segredos criptografados no próprio arquivo, seguros para commitar e compartilhar via Git — ou fora do repo em um arquivo .env.

Histórico integrado

Cada envio fica guardado como um registro .http simples no seu workspace — requisição, resposta, scripts e cookies —, ignorado pelo Git por padrão e nunca enviado a lugar nenhum.

Command palette

Ctrl/Cmd+P para saltar entre arquivos, rodar requests ou invocar ações sem mouse.

Importadores nativos

OpenAPI 2/3, Swagger, GraphQL SDL e introspection, WSDL/SOAP, coleções Postman v2.0/v2.1. Convertidos em arquivos .http editáveis.

Dark / Light mode

Dark por default. Light igualmente polido. Sem flashes estranhos ao carregar.

O Authorization fica onde está

Os headers Authorization são removidos por padrão em redirecionamentos para outro host, então um redirect não leva seu token para outro servidor.

Baixar Fetchpier

Grátis e open source sob MIT. Sem conta obrigatória.

Windows

Windows 10 ou superior · 64-bit

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macOS

macOS 12 Monterey ou superior · Apple Silicon ou Intel

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Linux

AppImage ou .deb · x64

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Versão atual: v0.9.6 · Ver todas as releases
Git-native por design

Seu API workflow, no seu repo.

O mesmo repo onde seu backend vive guarda as requests que o testam. Um commit, uma PR, um workflow.

Terminal com git diff de um arquivo .http + mockup do app
Linha de comando e CI

As mesmas requisições, agora no seu pipeline.

O fp roda as requisições do seu workspace a partir de um terminal ou de um job de CI com o mesmo motor do app desktop: as mesmas variáveis, auth, cookies, scripts e testes.

npm install -g @fetchpier/clifp init my-apicd my-apifp runfp run --reporter-junit out.xml
Instalado separadamente do app desktop · Node.js 22.19 ou superior

Um motor, duas superfícies

Uma requisição se comporta igual no app e no fp run. O que um script grava chega à próxima requisição da execução: o token de um login chega à chamada autenticada.

Relatórios que seu CI entende

Relatórios JSON, JUnit e HTML independente na mesma execução, e um código de saída diferente para cada resultado, para o pipeline distinguir um teste que falhou de um ambiente inexistente.

Segredos continuam secretos

Variáveis criptografadas são resolvidas com FETCHPIER_WORKSPACE_KEY a partir do cofre de segredos do seu CI. Relatórios e terminal mascaram segredos, credenciais e cookies.

Feito para redes reais

Respeita HTTPS_PROXY e NO_PROXY, aplica por padrão um timeout de 30 segundos por requisição e usa os certificados TLS versionados com o workspace.

Seu workflow. Seu código. Suas regras.